Era uma vez pig, o porco. Pig não tinha nome, pois era criado em uma fazenda, junto com muitos outros. Pig podia ver uma montanha à sua direita, mas tinha que ir até o lado direito do cercado, pois o número de porcos atrapalhava sua visão. À esquerda de Pig avistava-se uma grande construção, que nunca parava, mesmo quando tudo escurece, ou nos dias mais quentes, não importava, a construção estava ativa, entrando e saindo gente, carros e caminhões.
Pig sempre quis saber oque tinha dentro da grande construção, ou depois da montanha. Pig não tinha nem a certeza que existia ao menos alguma coisa depois do que ele vê.
|Quando tudo escurecia, um humano chegava e tocava todos para outro lugar, Pig não sabia porque o tiravam da outra fazenda, se na fazenda de quando ficava escuro tinha menos comida.
Pig cresceu, sempre na mesma rotina, cercao 1, cercado 2.
O mundo solitário de Pig, ele queria andar, ele nem ao menos suportava sua própria banha. Ele nem andava direito, nem deitava também. O número imenso de outros porcos o incomodava, nenhum porco o impedia de deitar, mas o conjunto sim.
E a fábrica continuava lá, intacta, mesmo quando água caia, quando neve caía, não importa, a fábrica teria as mesmas luzes, fortes e incomodantes.
Então chegou um dia em que Pig saiu daquele cercado monótono, junto com ele outros 100 porcos, era tudo tão diferente, porque ele nunca saiu daquele cercado?
Pig sentiu como era atravessar o lugar que passavam os carros, que os humanos chamavam de asfalto.
Era tudo tão diferente, tanto tempo, porque o restringiam de fazer isso toda manhã? Tão simples!
Então Pig percebeu que era realmente O DIA, ele entrou na construção, cheia de pessoas, coisa se movendo, alguns percebiam a presença deles, mas a maioria continuava com suas caixas, ou seja lá oque a pessoa tinha na mão.
Pig entrou em um corredor estreito, ele pensava se ele saiu daquele cercado para um lugar pior.
Um homem levava um porco de cada vez, para onde?
Pig foi levado à um lugar onde foi picado por alguma coisa tão comprida, Pig agora sentia um peso sobre seus olhos, não precisava, mas queria fechar os olhos, não queria, mas precisava... dormir.
Pig abria lentamente os olhos enquanto era levado até o local do abate, Pig abria os olhos enquanto lentamente um homem levantava um facão e com toda força cortava o pescoço de Pig ao meio.
Fato: Não importa o que um porco faça, nem mesmo seu nome, ele é bacon.
(divulguem!)
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